segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Chapeuzinho Vermelho



Chapéuzinho Vermelho

Era uma vez uma menina conhecida como chapeuzinho vermelho.

Um dia sua mãe pediu que ela levasse uma cesta de doces para a sua avó que morava do outro lado do bosque.

Caminhando pelo bosque a menina encontrou o lobo.

- Aonde vai chapeuzinho ? Perguntou o lobo.

- Na casa da vovó levar uma cesta de doces. Respondeu Chapeuzinho.

- Muito bem boa menina, por que não leva flores também ?

Enquanto Chapeuzinho colhia as flores o lobo correu para a casa da vovó. Bateu a porta e imitando a voz de chapeuzinho vermelho pediu para entrar.

Assim que entrou deu um pulo e devorou a vovó inteirinha, depois colocou a touca, os óculos e se cobriu, esperando chapeuzinho.

Quando chapeuzinho chegou o lobo pediu para ela chegar mais perto.

- Vovó que orelhas grandes ! Disse Chapeuzinho.

- É para te ouvir melhor. Disse o lobo.

- Que olhos enormes Vovó !.

- É para te ver melhor.

- Que nariz comprido !

- É para te cheirar.

- E essa boca vovozinha, que grande !

- É pra te devorar !!!.

Então, o lobo pulou da cama e correu para pegar chapeuzinho.

Um lenhador que passava perto da casa ouviu o barulho e foi ver o que era.

O lobo tentou fugir, mas o lenhador atirou e matou o lobo.

Chapeuzinho apareceu e disse que o lobo havia engulido a vovó.

O lenhador abriu a barriga do lobo e tirou a vovó sã e salva.

Mogli











Mogli

Mogli estava se sentindo muito triste. Ele tinha discutido com seu amigo Baguera.

Mogli sentou-se sozinho. De repente, apareceu um grande urso feliz.

Era Balu! Ele cantou para Mogli e deixou seu amigo muito alegre.

Eles foram até um rio. Balu ficou boiando de costas. Mogli ficou em cima da barriga de Balu.

De repente, macacos surgiram dos galhos das árvores, apanharam Mogli e o levaram embora.

Balu gritou para os macacos enquanto eles levavam Mogli.

O barulho fez Baguera, a pantera, sair correndo.

Balu e Baguera correram até o templo do Rei dos macacos. Eles queriam salvar Mogli.

Mogli estava conversando com o Rei lu, o rei dos macacos.

O macaco começou a dançar. Balu se disfarçou de macaco e dançou até encontrar o Rei lu.

De repente o disfarce de Balu caiu!

O Rei Lu tentou impedir que Balu salvasse seu amigo Mogli. Mas, com sorte, os amigos conseguiram fugir.

Balu, Baguera e Mogli saíram correndo do templo.Mas Mogli encontra na beira do rio, alguém muito parecido com ele.

Logo se encantou!

- O que é aquilo Balú?

- Aquilo é uma menina!

- Curioso, Mogli foi atrás.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

BAMBI E SUA TURMA

História Infantil do Bambi e sua Turminha, seus filhos vão adorar!

Em uma manhã de primavera, os animais foram conhecer o novo príncipe.
O nome dele era Bambi.
Bambi tinha muitos amigos.
Tambor, o coelho, era seu melhor amigo.
Ele mostrou a Bambi muitas coisas novas.
Bambi conheceu outro novo amigo - um gambá chamado Flor.
Bambi também era amigo de uma cerva chamada Falina.
Quando chegou o inverno, Bambi e Tambor brincaram no gelo. Era muito divertido.

Na primavera seguinte, Flor se apaixonou por uma bela gambá.
Tambor também se apaixonou.
Então Bambi, por fim, também se apaixonou
- por sua amiga Falina!
Depois de um longo inverno, chegou novamente a primavera. Os amigos de Bambi foram ver os novos bebês de Falina.
Bambi era um pai muito orgulhoso!


A Festa no Céu conto

Um lindo conto...

Entre os bichos da floresta, espalhou-se a notícia de que haveria uma festa no Céu.
Porém, só foram convidados os animais que voam.

As aves ficaram animadíssimas com a notícia, começaram a falar da festa por todos os cantos da floresta. Aproveitavam para provocar inveja nos outros animais, que não podiam voar.



Um sapo muito malandro, que vivia no brejo,lá no meio da floresta, ficou com muita vontade de participar do evento. Resolveu que iria de qualquer jeito, e saiu espalhando para todos, que também fora convidado.
Os animais que ouviam o sapo contar vantagem, que também havia sido convidado para a festa no céu, riam dele.
Imaginem o sapo, pesadão, não aguentava nem correr, que diria voar até a tal festa!
Durante muitos dias, o pobre sapinho, virou motivo de gozação de toda a floresta.


_ Tira essa ideia da cabeça, amigo sapo. – dizia o esquilo, descendo da árvore.- Bichos como nós, que não voam, não têm chances de aparecer na Festa no Céu.
_ Eu vou sim.- dizia o sapo muito esperançoso. - Ainda não sei como, mas irei. Não é justo fazerem uma festa dessas e excluírem a maioria dos amimais.
Depois de muito pensar, o sapo formulou um plano.

Horas antes da festa, procurou o urubu. Conversaram muito, e se divertiram com as piadas que o sapo contava.
Já quase de noite, o sapo se despediu do amigo:
_ Bom, meu caro urubu, vou indo para o meu descanso, afinal, mais tarde preciso estar bem disposto e animado para curtir a festa.
_Você vai mesmo, amigo sapo? - perguntou o urubu, meio desconfiado.
_ Claro, não perderia essa festa por nada. - disse o sapo já em retirada.- Até amanhã!
Porém, em vez de sair, o sapo deu uma volta, pulou a janela da casa do urubu e vendo a viola dele em cima da cama, resolveu esconder-se dentro dela.


Chegada a hora da festa,o urubu pegou a sua viola, amarrou-a em seu pescoço e vôou em direção ao céu.
Ao chegar ao céu, o urubu deixou sua viola num canto e foi procurar as outras aves.

O sapo aproveitou para espiar e, vendo que estava sozinho, deu um pulo e saltou da viola, todo contente.
As aves ficaram muito surpresas ao verem o sapo dançando e pulando no céu. Todos queriam saber como ele havia chegado lá, mas o sapo esquivando-se mudava de conversa e ia se divertir.
Estava quase amanhecendo, quando o sapo resolveu que era hora de se preparar para a "carona" com o urubu. Saiu sem que ninguém percebesse, e entrou na viola do urubu, que estava encostada num cantinho do salão.



O sol já estava surgindo, quando a festa acabou e os convidados foram voando, cada um para o seu destino.
O urubu pegou a sua viola e vôou em direção à floresta.
Voava tranquilo, quando no meio do caminho sentiu algo se mexer dentro da viola. Espiou dentro do instrumento e avistou o sapo dormindo , todo encolhido, parecia uma bola.
- Ah! Que sapo folgado! Foi assim que você foi à festa no Céu? Sem pedir, sem avisar e ainda me fez de bobo!
E lá do alto, ele virou sua viola até que o sapo despencou direto para o chão.
A queda foi impressionante. O sapo caiu em cima das pedras do leito de um rio, e mais impressionante ainda foi que ele não morreu.
Nossa Senhora, viu o que aconteceu e salvou o bichinho.
Mas nas suas costas ficou a marca da queda; uma porção de remendos. É por isso que os sapos possuem uns desenhos estranhos nas costas, é uma homenagem de Deus a este sapinho atrevido, mas de bom coração.